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Se alimentavam com o vapor da quentura do foco de luz

Se alimentavam com o vapor da quentura do foco de luz de que modo geral aquecia cada vez mais e nesse aquecimento saía o vapor, que era o alimento desses corpos.

2 da RÉPLICA Pág. 91

Porque quem fez a terra foi o homem.


Como assim?


Conforme o foco de luz foi esquentando a planície que virou água, com o tempo, foi saindo uma resina da planície, e o vírus da formação do homem é da planície.


Para ver que foi o homem que fez a terra, porque a terra foi a resina que saiu da planície, que com o calor do foco de luz começou a esquentar, ficou empolada, depois torrada, depois virou cinza.


Para ver que o homem, que é feito dos vírus da planície, é quem fez a parte magnética, que é a terra.



215 do HISTÓRICO Pág. 67

E a planície, com a quentura do foco de luz, começou a ficar mole, depois gomosa e depois virou água; essa água penetrou na cinza (origem dos morros e dos altos e baixos).



213 do HISTÓRICO Pág. 31

Aparecendo de diversas formas, como loiro, de olhos azuis, como pobretão, como mendigo, como velho e etc. E por isso, o RACIONAL SUPERIOR DA TERRA é visto em todo lugar; quando é preciso e necessário é visto em todo lugar.


Quando não é necessário está em todo lugar, mas ninguém vê.


A não ser os que estão com a Vidência Racional muito desenvolvida e com o Aparelho Racional já bem, desenvolvido.


Se apresenta como um foco de Luz luminoso, como um risco grande luminoso, como vários riscos luminosos, como uma chuva prateada, linda!


Se apresenta em sonhos, de várias forma, de várias maneiras.



162 do HISTÓRICO Pág. 49
165 do HISTÓRICO Pág. 136
204 do HISTÓRICO Pág. 32, 33
227 do HISTÓRICO Pág. 97, 98
278 do HISTÓRICO Pág. 46
297 do HISTÓRICO Pág. 32
303 do HISTÓRICO Pág. 29 a 31

E qual é o início do magnético?


A resina que saiu da planície com a quentura feita pelo foco de luz.



78 do HISTÓRICO Pág. 117

Foi uma longa eternidade em que todos eram iluminados pelo foco de luz, a recente energia formada pelas virtudes que os Racionais vieram perdendo.



78 do HISTÓRICO Pág. 95

A pureza se transformou em outras vidas, porque tudo se transforma em vidas diferentes

Começaram como puros e se extinguiram como puros.

Mas a pureza não podia terminar, a pureza não terminou.

A pureza se transformou em outras vidas, porque tudo se transforma em vidas diferentes.

Perderam as virtudes, foram perdendo as virtudes e as virtudes se transformando em vidas diferentes.

Então, a pureza não se acabou, se transformou em outras vidas diferentes.

Então, a pureza se transformando em outro campo de vida e esse campo de vida se transformando num foco de luz e esse foco de luz começando a esquentar e se transformar em um corpo em curto das conseqüências das transformações e esquentou e ficou com aparência de fogo.

Mas não é fogo.

Se fosse fogo destruía tudo, queimava tudo e virava cinza.

Não é fogo e sim, um corpo em curto e aquecido de uma tal maneira que parece fogo.

O aquecimento dele parece fogo, mas não é fogo.

Se fosse fogo, já há muito teria virado cinza.

E este rumo diferente, veio trazendo significantes transformações puras e essas transformações puras vieram se transformando em outras transformações puras e nas transformações de pureza, é que começaram a perder a pureza, sem sentir.

E sem sentir, vieram se transformando.

A pureza veio se transformando, de forma tal que com o tempo, com as transformações, veio a sua extinção, muito naturalmente, sem perceberem e sem sentirem.

E na extinção da pureza, é que se transformou em outra pureza que foi a origem dessa deformação; o princípio dessa deformação era uma transformação que permanecia ainda a pureza.

11 TRÉPLICA Pág. 88 e 89
21 TRÉPLICA Pág. 7

Apesar de goma por cima, era água por baixo

A luz ia aumentando sempre o seu calor, fazendo a deformação completa da resina e da goma, pois que, apesar de goma por cima, era água por baixo, e tudo se derreteu de uma vez. Conforme o calor ia aumentando ia derretendo, descendo mais e descendo até chegarem no ponto em que estão, dentro de um buraco olhando lá para cima.

AMARELÃO PÁG. 39
1 da OBRA Pág. 41