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Propaganda dos habitantes do espaço

...por exemplo, um despacho numa encruzilhada pra uma determinada solução deste ou daquele caso, não é o despacho que vai resolver o desejo de quem fez.

Isto é para fazer a propaganda dos habitantes do espaço, não é isto que botou na encruzilhada que vai fazer o problema resolver e sim, quem vai resolver o problema é o habitante do espaço que mandou fazer aquela espécie de trabalho para a propaganda da existência dos habitantes do espaço.

Não são os trabalhos que resolvem, porque o trabalho não sai ali do chão, está ali no chão para fazer a propaganda da existência dos habitantes do mundo invisível.

E quem vai resolver o assunto ou o caso, é quem mandou fazer.

Mas não é nada disso que resolve que não são esses objetos materiais e todos esses apetrechos materiais, que não saem aí do chão que vão resolver.

Quem resolve, é a entidade que mandou fazer aquele despacho para a propaganda da existência dele.

É a cabala espírita de Umbanda, dos orixás com uma infinidade de guias.

Não é estes objetos materiais que vão resolver o desejado, o que vai resolver o desejado, e sim, a entidade, o orixá, que mandou usar para fazer a propaganda dele.

Então, ele é que vai resolver o que tiver em seu alcance.

Tudo isto, meios de propagandas: vestimentas, adornos, vestuários, todo isto para fazer a propaganda dos habitantes do mundo invisível; penachos, coroas, flechas, bodoques, usam tudo quanto é de material, para fazer propaganda de sua existência no espaço; bichos, animais, enfim, laçam mão de tudo quanto é de material, para haver o reconhecimento e a atenção da existência dos habitantes do Astral Inferior, do espaço.

Bebidas, fumo, tudo enfim, mas quem resolve, são eles e não os despachos, os trabalhos.

E assim, cada qual inventou o se nome, para se incorporar nos médiuns e nos cavalos, porque no espaço não existe cartório para registrar entidade nenhuma.

3 da RÉPLICA Pág. 122, 123

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