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Não podia ser feita esta Obra em linguagem acadêmica, científica ou erudita.

Ah! Eu sou materialista.

Ah! Eu sou um cientista.

Ah! Minha linguagem é muito diferente desta.

Ah! Eu não vou deixar a minha linguagem para usar a linguagem do povo.

Ah! A minha linguagem é outra.

Esses assim, querendo ser melhor do que o povo, por se dedicar a linguagens eruditas, a linguagem científica.

"– Ah! Eu não vou me rebaixar e me igualar com o povo.

A linguagem do povo é uma e a linguagem científica é outra.

Ah! Eu não vou me misturar com o povo, porque eu sou superior ao povo.

E por isso a minha linguagem é superior a do povo".

Esses, assim, são contra o povo.

E por isso, não quer tomar conhecimento da Cultura natural da natureza, por ser uma Cultura feita na linguagem do povo, para o povo, para atingir os mais humildes, que nunca conseguiram ser acadêmicos.

Porque linguagem acadêmica, científica, filosófica e erudita, é para somente uma minoria.

E não podia ser feita esta Obra em linguagem acadêmica, científica, erudita, porque seria para uma pequena casta.

Teria que ser feita para uma minoria, porque nem todos têm recursos de participar de uma academia.

Então, o povo é a maioria e o erudito a minoria.

Para ver as vaidades sem limites, o ponto que chegam as criaturas vaidosas.

Não querer se igualar com o povo e sendo gente do povo.

São maus interpretadores, porque não sabem interpretar uma Cultura universal, por vaidades absurdas.

16 da OBRA Pág. 75, 77
232 do HISTÓRICO Pág. 67 a 69
250 do HISTÓRICO Pág. 75 a 77
285 do HISTÓRICO Pág. 40
316 do HISTÓRICO Pág. 80, 81

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