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O mal foi uma parte das mais destruídas da natureza, por a natureza ser degenerada e deformada.


E uma parte se destruiu demais, ficou mais deformada mais poluída e mais degenerada.


E por poluir demais, degenerou-se da parte boa.


E por se degenerar da parte boa, ficou completamente diferente da parte boa, por ter se deformado e degenerado demais.


E esse mais, veio a geração do mal; dessa parte que se deformou demais.


E no se deformar demais, se transformou em mal.


Ficando pior do que a parte que se transformou naturalmente.


A parte que se transformou e degenerou naturalmente, surgiu a parte boa, a parte do bem, a parte da índole boa da parte do bem.


E a parte que se degenerou e deformou demais, esse mais, gerou a parte do mal.


E é por isso que existem os maus e existem os bons.


E aí, a grande diferença de todos serem diferentes uns dos outros.


E de forma que a parte que se deformou demais, ficou diferente da outra parte boa, porque ficou doente.


O mau é um doente.


E por ser doente da própria natureza doente.


E por isso, é completamente diferente dos bons.


Se o mau não fosse doente, não se destruiria por si mesmo.


E por o mau ser a parte doente da natureza, é que o mal por si mesmo se destrói.


E por ser doente demais, se deformou demais e adoeceu.


E nessa doença gerou o mal.


E por isso tem a parte aparentemente sadia, degenerada e deformada na natureza.


E tem a parte doente da natureza.



49 do HISTÓRICO Pág. 99

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