E assim a vida da matéria é boa, mas dentro do limite.
Um conforto relativo às necessidades para poder manter a vida.
Mas muitos saem limite, querendo abraçar o mundo com as pernas, acabam se destruindo.
E de formas tem os que sabem viver e tem os que não sabem viver.
Os que sabem viver vivem com pouco e vivem bem e os que não sabem viver, quanto mais têm, mais querem, por não saberem viver.
Sofrem as conseqüências dos absurdos.
Porque tudo tem limite, passou do limite, entrou em ruínas.
São os abusos do livre arbítrio, que não adiantam nada porque matéria não representa nada.
São os abusos da livre expansão da vontade.
A ganância, a ambição e a vaidade é a causa da destruição da humanidade.
É a causa do desequilíbrio de tudo.
E quem não sabe viver assim, nessas condições e acabam se destruindo antes do tempo, pelos absurdos cometidos.
A vida é boa dentro do limite, dentro da simplicidade, calmos e benfazejos.
Está livre das guerras das ambições, das lutas da ganância, das guerras das aparências, das guerras e lutas das vaidades.
A humildade e a simplicidade tudo são.
A ganância, ambição e a vaidade nada são.
Dentro do limite está vivendo mais naturalmente e fora do limite está vivendo mais artificialmente.
E dessa forma, encara a matéria, como a matéria deve ser encarada.
Usá-la somente por necessidade de manter o corpo, de manter a vida.
A ganância, a ambição, a inveja, os ciúmes, os gostos, os prazeres, usados sem limites, por a vontade ser livre, causando daí a confusão entre todos e a destruição de si mesmo, por a vontade ser livre.
1 do HISTÓRICO Pág. 75 a 80
6 do HISTÓRICO Pág. 6
6 do HISTÓRICO Pág. 6
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